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DOCENTES

 
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Jorge
Acosta

Estudante e pesquisador na área da sociologia do direito, teoria crítica do direito e dos direitos humanos na Universidade La Salle-RS. Pratiquei em 2019 o Teatro do Oprimido – sendo formado com o Bando MARUKA! pelo grupo de Teatro Popular Comparsaria das Façanhas - curso Teatro de Fato, em Guaíba-RS. Atualmente moro em Itaúna no estado de Minas Gerais-BR, onde coopero na Casa Socialista Irmã Benigna e tomo partido junto à Unidade Popular pelo Socialismo (UP). Sigo interessado em pensar politicamente próximo a pessoas e coletivos aderentes à esquerda.

 
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Paula
Cabeda

Integro diversos coletivos de intervenção e experimentação política no âmbito da universidade e fora dela, entre eles a Matéria Coletiva de Epistemologia o os Revocables de Antropo y Arqueo (Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires).  Estes espaços orientam suas práticas ao exercício dos princípios da autonomia política e da horizontalidade. Moro em Buenos Aires, onde estudei Antropologia, e trabalho como docente em escolas de Ensino Médio. Meus interesses teóricos e práticos se vinculam com os processos de subjetivação política e emancipação intelectual; práticas de auto-formação; educação não-estatal e não hierárquica; epistemologias críticas e co-pesquisa; comunismo aqui e agora.

 
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Michel
Ferreira

Brasileiro, latino-americano e pessoa negra que lutou muito para buscar um futuro diferente daquele imposto pela violência de gênero, racial, econômica e social/educacional, todas elas lamentavelmente tão comuns em nossos territórios. Graduei-me em Turismo (Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE/Brasil), sou mestre em Tecnologia e Sociedade (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e futuro doutor, também em Tecnologia e Sociedade. Fui docente de cursos técnicos e profissionalizantes na cidade de Curitiba. Militante de coletivos afro e LGBTI. Amante da América Latina, gatos, viagens, pessoas, livros, cervejas, comidas. Meus interesses de diálogo são estudos raciais, turismo, educação, diversidade sexual/gênero.

 
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Tomás
Guzmán

Foragido da academia, membro do coletivo Máquina Crísica e comunista. Nasci na Colômbia e fui me criando em Quito, Porto Alegre, Buenos Aires e Assunção. Meus interesses reflexivos são a teoria crísica e do excesso; os processos emancipatórios; a teoria da imagem e das afecções; marxismo-leninismo e comunismo contemporâneo; violência armada e deslocamento na Colômbia.

 
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Juliana
Mesomo

Nasci e me criei em Porto Alegre, sul do Brasil, onde aprendi a amar toda a América Latina. Desde 2011, meu espaço prioritário de fabulação teórica e conspiração política vem sendo o Máquina Crísica - Grupo de Estudos em Antropologia Crítica, onde pude desenvolver as razões de uma ruptura com a disciplina antropológica e suas práticas institucionais. Meus interesses reflexivos e investigativos atuais são: pesquisa política; pesquisa militante; comunismo; dinâmicas urbanas e de urbanização; lutas pela moradia e por territórios; processos de proletarização; experiências de auto-formação teórica e políticas da escrita; teorias do sujeito e da subjetivação; feminismos populares e processos emancipatórios.

 
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Alex
Moraes

Contrabandista nas fronteiras do Cone Sul, crente das verdades verdadeiras. Praticante da pesquisa política para alcançar os possíveis. Atuo no coletivo Máquina Crísica, onde navego as teorias do acontecimento e da singularidade subjetiva, pratico o marxismo, a crítica da economia política e a análise dos processos de captura e transbordamento do desejo. Fiz um doutorado em antropologia no Instituto de Altos Estudios Sociales, Buenos Aires.

 
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Yvonne
Ramirez

Sudaca em Barcelona. Minha formação profissional transita entre a antropologia, a arqueologia e a história da ciência. Interessam-me, por um lado, o olhar crítico sobre os processos de construção do conhecimento no campo do patrimônio e, por outro lado, os contextos históricos, políticos, econômicos e patriarcais nos quais se desenvolvem as práticas discursivas e de exibição em dito campo. Encaro o patrimônio como um terreno de disputa de significados. Tenho interesse pelos processos coloniais e extrativistas e a questão patrimonial, assim como pelos discursos e práticas contra-patrimoniais em defesa da identidade e do território. Sou uma apaixonada pelos museus como espaço de conflito. Trabalho em prol de outras arqueologias possíveis no Coletivo GEFA (Colômbia).

 
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Karen
Silva

Vivo e trabalho na cidade de Canoas, região metropolitana de Porto Alegre/RS. Como Assessora Jurídica Popular atuei junto a comunidades em processos de despejo e remoção, como a Vila do Chocolatão, em Porto Alegre. Enquanto advogada, atuei em projetos de Justiça Comunitária nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, na cidade de Canoas, e também no bairro Canudos, em Novo Hamburgo/RS. Atualmente, me dedico a conduzir práticas de Tantra Yoga e sou Multiplicadora do Teatro do Oprimido. Minha pesquisa de mestrado, na área de Direito e Sociedade, buscou compreender o formato das decisões judiciais que envolvem os desastres provocados pelo extrativismo mineral no Brasil. Desde então, minha área de interesse prioritária é a Ecologia Política.

 
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Solange
Valladão

Baiana de Salvador, arquiteta e urbanista; doutoranda em arquitetura e urbanismo, na área de Gestão de Bens Patrimoniais. Pesquiso as mudanças ocorridas no século XXI, na relação entre os poderes públicos, financeiros e populares, que movimentam as disputas por patrimônio urbano no Centro Histórico de Salvador. Especialista em Artes Visuais - Cultura e criação e em Fotografia; desenhista, roqueira e aquariana. Me interesso por: feminismo contemporâneo; arte, fotografia, música e literatura enquanto produções independentes e coletivas; patrimônio cultural popular e iniciativas culturais, políticas, ambientais, tecnológicas e educativas, que sejam populares, críticas e insubmissas.

 
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Lucas
Parreira Álvares 

Comunista irredutível que não teme dizer seu nome. Investigador imanente dos nexos etnológicos na obra de Karl Marx – como formas sociais comunais, crendices, expressões mitológicas e outras nuances. Crítico do estranhamento antropológico da realidade, do irracionalismo contemporâneo, de métodos apriorísticos, dos desvios antimarxistas e das alquimias do capitalismo. Leitor que transita entre a Rua Mata-Cavalos, o Blocksberg e o Liso do Sussuarão. Doutorando pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde compara pactos com o Diabo e promessas a Deus.

 
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Sergio Fernández

Nasci em Buenos Aires, Argentina, em 1979. Me formei em jornalismo e, ao longo do caminho, fui conhecendo Karl Marx. Em 2016, terminei meu bacharelado em Antropologia Social na Universidad Nacional de San Martín. Administro o projeto "Una antropología de la Praxis", surgido, inicialmente, como modalidade de TCC em antropologia e, hoje, transformado em espaço político e comunicacional que se expressa através de um grupo de Facebook, de um blog, de um canal no YouTube e de um podcast radial destinado a promover reflexões e análises que nos ajudem a construir uma antropologia e uma ciência social capazes de se realacionarem com outros saberes extra-acadêmicos. Aposto no diálogo com os saberes de coletivos militantes e de organizações populares, de modo que estes possam apropriar-se dos meios de comunicação (em todas as suas formas) com o objetivo de militar, comunicar e transformar.

 
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Felipe
Moretti

Originalmente de Brasília, me formei em sociologia na UnB. Vivo atualmente no Rio, onde faço mestrado em antropologia no Museu Nacional. Lá, pesquiso as histórias da comunidade cearense do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, destruída pelo Estado varguista em 1936, mas que, até então, vivera a fuga para “algo inteiramente diferente”. Sou teórico razóavel, mas acho que cozinho melhor. Minha posição política: viver o comunismo, espalhar a anarquia.

 
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Laura
Carvalho

Eu sou de Brasília, mas atualmente vivo no Rio de Janeiro. Tenho contato próximo com anarquismo e movimentos sociais autônomos desde a adolescência. Durante minha graduação em Ciências Sociais, desenvolvi pesquisa sobre a imaginação política, fazendo um exercício ficcional de fabulação em torno de corpos racializados e sexos dissidentes. Neste momento, tenho me voltado para reflexões relacionadas com grandes projetos, especificamente energia nuclear e o programa nuclear brasileiro.

 
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Bianca
Wild

Pesquisadora, socióloga, professora da rede pública estadual do Rio de Janeiro. O magistério é minha paixão e a museologia comunitária uma missão. Fundadora do Ecomuseu de Sepetiba, criadora de conteúdo de páginas do Facebook e perfis do Instagram. Especialista em gênero e sexualidade, mestre em humanidades, culturas e artes.

 
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Vicente
Cretton

Professor da Universidade Federal de Viçosa e doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (Brasil). É associado à Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Sua especialidade é etnologia indígena.

 
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Carolina
Castañeda

Pesquisadora social e professora universitária com orientação em antropologia social e estudos culturais. Pesquiso relações entre raça, etnicidade e processos identitários tais como as consultas prévias e outros mecanismos de relação de indígenas e afrodescendentes com os estados. Faço acompanhamento de processos participativos comunitários e discuto problemas sociais de raça, etnicidade e gênero. Participei do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC); do seminário Destra y siniestra de análise da conjuntura latino-americana e da Red de Investigadores de Pueblos Indígenas - RINEPI. Integro o comitê editorial da revista Ama-zonas.

 
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Daniel
Alves

Formado em Direito pela USP, mestrando em Psicologia Social pela PUC, participou do coletivo do extinto Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia. É idealizador/participante do site e editora LavraPalavra.