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VIDEOCONFERÊNCIAS CENTRAIS

As Videoconferências Centrais são oferecidas duas vezes ao ano e têm por objetivo compartilhar com o público um informe detalhado da perspectiva de um/a autor/a sobre determinada problemática, seja ela definida ou não em termos acadêmicos. As Videoconferências Centrais constituem uma instância de escuta por parte do público e um momento de sistematização argumentativa por parte da/do conferencista convidada/o. Geralmente, sua transmissão ocorre ao vivo, através do canal do Campus Comum no YouTube.

Conferência Central 2022/1
 

A FORÇA SAGRADA ANCESTRAL INDÍGENA

Conferencista: Shirley Krenak

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Informações relevantes sobre esta atividade:

 

Data: 27/06/2022

Hora: 19h30min (Brasília, Buenos Aires), 17h30min (Bogotá), 18h30min (Eastern Time)

Não são necessárias inscrições. Basta acessar NOSSO CANAL no dia e no horário programados para assistir a conferência. Para receber um lembrete na véspera da atividade, preencha o formulário de contato.

Bate-papo no Campus Comum
 

ATIVISMOS
SOCIOAMBIENTAIS

Convidadxs: Laura Álvarez (Unión de Asambleas de Comunidades); Sabrina Lima (Movimento pela Soberania Popular na Mineração); Pablo Díaz (Movimiento por la Tierra).

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Informações relevantes sobre esta atividade

Data: 25 de maio de 2022

Hora: às 20h (BR, AR, UY) e às 18h (MX, CO, PE)

 

Evento aberto a todo o público. Não são necessárias inscrições prévias.

Link para participar: https://meet.jit.si/socioambiental-campus-comum-05-22

 

No dia 25 de maio, às 20h (BR, AR, UY) e às 18h (MX, CO, PE), o Campus Comum irá acolher um bate-papo aberto sobre ativismos socioambientais para colocar em diálogo diferentes experiências de luta, pesquisa e organização territorial.

 

A partir das interpelações formuladas por nossxs convidadxs, propomos a construção de um debate generalizado, entre todxs os participantes, tendo em vista os seguintes eixos temáticos:

 

- Contexto de surgimento das experiências que confluem no bate-papo, conflitos relevantes, horizontes políticos, formas de luta e intervenção.

- Nos últimos tempos, observamos que boa parte das lutas contra o capital já não ocorrem apenas no âmbito da produção, no espaço da fábrica e entre operárixs. Parece haver um deslocamento das lutas para o plano da reprodução da vida, que acaba sendo confrontada pela lógica da produção capitalista e pelas dinâmicas extrativistas amplamente disseminadas em nossa região. Neste contexto, surgem alguns questionamentos: como se reforçam as formas de organização e resistência diante das lógicas extrativas do capital? Como se pensa e como se articula, a partir do ativismo ambiental, a relação entre produção e reprodução, entre o aspecto local e particular de uma luta e as dinâmicas mais gerais do capital?

- A maioria dos governos latino-americanos, inclusive os progressistas, impulsionaram fortemente o agronegócio, a mineração, as novas formas de exploração de combustíveis fósseis, etc., como atividades que garantiriam o desenvolvimento econômico e, portanto, trariam prosperidade para as populações. Diante dessa situação, muitos coletivos orientam suas práticas no sentido de exigir, elaborar e propor leis para a proteção dos recursos naturais ou para a proibição de certas atividades exploratórias. Tais exigências têm como objeto o próprio Estado, que promove a devastação dos territórios. A partir da experiência dxs participantes, gostaríamos de refletir sobre como pensamos a relação com o Estado e o direito. Que expectativas e limitações podem ser percebidas naqueles processos reivindicativos que incluem a formulação de “demandas” dirigidas ao Estado?

 

- Algumas autoras convidam a pensar a questão dos recursos naturais e do meio-ambiente em função da lógica dos “comuns”. Entende-se que o comum não é exatamente um objeto, mas uma forma de relação social. Nesse sentido, que perspectivas sobre a gestão do comum vêm sendo esboçadas nas iniciativas das quais participamos?

- Quais seriam os principais desafios dos coletivos socioambientais e como estes grupos pensam e trabalham a articulação com outras lutas, movimentos e perspectivas?