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Taliboy

 

Español

Taliboy nació en Vitória da Conquista (Brasil). Forma parte de la multitud de disidencias de género y sexualidad. Se autodefine como "sapatão" transmasculine y artivista urbane. Es licenciade en Comunicación Social con énfasis en Producción Cultural por la Universidad Federal de Bahía. Desde el 2011 realiza pinturas.guerrillas (series urbanas) en las calles de Salvador (Estado de Bahía), por ejemplo: "EL GRITO", "ESDIFICIL EN LA CIUDAD", "DUELO", "MEDIO-AMBIENTE", "LUTO", "SOLOCORRO" y "guERRA". Estas series se han desplegado en otros trabajos y técnicas artísticas. En el 2012 da inicio a la práctica visual del LUTO, una propuesta que sigue impulsando al día de hoy a fin de pautar el feminismo en el espacio público. En el 2018, cuando ingresa a la maestría en Procesos Creativos de la Universidad Federal de Bahía, empieza a tensionar el LUTO y el feminismo para, de este modo, abrir camino a la multitud SAPATRANSBONDE. Esta noción le permite poner de relieve un conjunto de cuestiones asociadas a la identidad y los marcadores sociales de diferencia. Su poética se inserta en la frontera entre el arte y el activismo en la contemporaneidad.

Português

Taliboy é natural de Vitória da Conquista. Faz parte da multidão de dissidências de gênero e sexualidade, portanto, nomeia-se como sapatão transmasculine e artivista urbano. Graduade em Comunicação Social com habilitação em Produção Cultural pela Universidade Federal da Bahia (2010). A partir de 2011 passa a desenvolver as pinturas.guerrilhas (séries urbanas), realizadas principalmente nas ruas de Salvador-BA, como "O GRITO", "EDIFICIL NA CIDADE", "DUELO", "MEIO-AMBIENTE", "LUTO", "SÓCORRO" e "guERRA". Estas séries foram desdobradas em outros trabalhos e técnicas. Em 2012 inicia a prática visual do LUTO, proposta que continua vigente até os dias de hoje, pautando o feminismo no espaço público. Em 2018, ao entrar no Mestrado em Processos Criativos da EBA-UFBA, é o LUTO e o feminismo que são tensionados para dar espaço à multidão SAPATRANSBONDE, trazendo à tona as questões ligadas as identidades e os marcadores sociais da diferença. Sua poética é pautada pela  fronteira entre arte e ativismo na contemporaneidade.